30 de março de 2012

Passou mais um jogo, passou mais uma prova perdida de mostrares mais uma vez o que vales, passaram-se noventa e quatro minutos, mas nem em dez jogaste. Posso estar a fazer uma tempestade num como de água, mas não aceito nem concordo que mal jogues. Tens tudo o que é preciso para jogar, tens tudo o que preciso para termos motivo de orgulho. O que mais queria, agora, era puder ver-te jogar, era puder gritar por ti quando tivesses a bola nos pés, era chamar pelo teu nome se entrasses para substituir algum jogador. Só queria ter a certeza de que todos te dão valor, e de que ninguém te irá deixar de apoiar. És o André Santos, o número vinte e seis, aquele que já nos deu, e que eu sei que continuará a dar-nos muitas alegrias. Sabes melhor que ninguém aquilo que és e aquilo que te faz ser um grande jogador, e por isso peço-te que nunca desistas, porque eu fico muito feliz quando jogas, e porque fico muito feliz quando te vejo sorrir e para isso, é preciso fazeres aquilo que gostas, representar as cores do Sporting. Acredito que esta fase acabará, e que todos se irão aperceber daquilo que vales, um ano são trezentos e sessenta e cinco dias, e tu já és o meu ídolo à esse tempo, e como é óbvio não o deixarás de ser, nunca! 

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